Um dia acordei e disse para mim mesma: vou criar um blog! E, por que não? Do tipo eu, por mim mesma, que tal?
Resolvi dar as "boas vindas" com um texto cujo título é um tanto contraditório, assim como eu, contraditória. Viver a vida - um pleonasmo, eu diria, assim como “subir para cima” ou “descer para baixo”. Afinal, ninguém pode comer a vida, beber a vida ou jogar a vida. Se é vida é para se viver, concorda? Ou pelo menos deveria ser assim. Talvez o título não esteja muito errado, se pensarmos que pode-se não vivê-la - sim, não viver a vida! Levando para o lado não-literal da coisa. Como já dizia Caio Fernando Abreu: "Nada é muito terrível. Só viver, não é?"
O texto em si é quase do gênero auto-ajuda. Logo eu, que sempre detestei livros de auto-ajuda e filmes com “lições de vida” iniciando de tal maneira? Pois é, talvez isto seja o reflexo do meu desejo não de me ajudar, mas sim de ajudar mais os outros, da minha necessidade de fazer mais... mais que doar algumas roupas, alguns livros, alimentos, economizar água, etc. Talvez eu queira mais. Talvez eu queira doar afeto e por que não, palavras?
Acho que as palavras certas nunca saem no momento certo. Ali, quando a gente realmente quer dizê-las ou escrevê-las. Assim, como agora. Eu quero dizer tantas coisas, mas parece que de repente as palavras sumiram e eu fiquei sem saber por onde procurá-las. As palavras são ditas (ou escritas) com naturalidade quando a gente está meio triste ou completamente feliz. Talvez esses sentimentos estimulem nosso senso crítico. Ou talvez os indivíduos sintam prazer em compartilhar suas tristezas e alegrias e por isso seja tão cômodo. Mas do que adianta escrever mil palavras se no fim a gente quer dizer a mesma coisa? Será que é por que o ser humano é por natureza prolixo ou por que a ênfase torna as palavras mais reais? Vai saber...
Resolvi dar as "boas vindas" com um texto cujo título é um tanto contraditório, assim como eu, contraditória. Viver a vida - um pleonasmo, eu diria, assim como “subir para cima” ou “descer para baixo”. Afinal, ninguém pode comer a vida, beber a vida ou jogar a vida. Se é vida é para se viver, concorda? Ou pelo menos deveria ser assim. Talvez o título não esteja muito errado, se pensarmos que pode-se não vivê-la - sim, não viver a vida! Levando para o lado não-literal da coisa. Como já dizia Caio Fernando Abreu: "Nada é muito terrível. Só viver, não é?"
O texto em si é quase do gênero auto-ajuda. Logo eu, que sempre detestei livros de auto-ajuda e filmes com “lições de vida” iniciando de tal maneira? Pois é, talvez isto seja o reflexo do meu desejo não de me ajudar, mas sim de ajudar mais os outros, da minha necessidade de fazer mais... mais que doar algumas roupas, alguns livros, alimentos, economizar água, etc. Talvez eu queira mais. Talvez eu queira doar afeto e por que não, palavras?
Acho que as palavras certas nunca saem no momento certo. Ali, quando a gente realmente quer dizê-las ou escrevê-las. Assim, como agora. Eu quero dizer tantas coisas, mas parece que de repente as palavras sumiram e eu fiquei sem saber por onde procurá-las. As palavras são ditas (ou escritas) com naturalidade quando a gente está meio triste ou completamente feliz. Talvez esses sentimentos estimulem nosso senso crítico. Ou talvez os indivíduos sintam prazer em compartilhar suas tristezas e alegrias e por isso seja tão cômodo. Mas do que adianta escrever mil palavras se no fim a gente quer dizer a mesma coisa? Será que é por que o ser humano é por natureza prolixo ou por que a ênfase torna as palavras mais reais? Vai saber...