quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Anos, meses, semanas, dias, horas, minutos, segundos...
O fim de ano vem e traz consigo aquela típica nostalgia. E todo ano é assim, quando chegamos próximo à última folhinha do calendário é inevitável pensar como tudo passou tão depressa.
Enfim, é tempo de relembrar das coisas boas que aconteceram ao decorrer do ano e de esquecer as coisas ruins ou simplesmente superá-las. É tempo de se fechar para balanço. Tempo de criar expectativas, fazer planos, tempo de sonhar, de acreditar, mas também de correr atrás do tempo perdido. Tempo de eliminar a causa para cessar o efeito, cortar o mal pela raiz, de se redimir, de se livrar dos problemas (para apenas adquirir novos).
É incrível como as pessoas depositam suas esperanças nisso tudo. Como as pessoas têm a virada de ano como uma página de um livro ou o fim de um. Mas elas esquecem que um pedaço de tudo que sobra do ano a gente pendura no quarto e chama de honraria. Estranhamente as pessoas vivem de lembranças. Boas festas.
"Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim: que seja doce. Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo, repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante. Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. Tudo é tão vago como se não fosse nada." (Caio Fernando Abreu)
sábado, 11 de dezembro de 2010
Things can change
Eu vivia reclamando da falta de tempo no período de provas da faculdade, a correria com entregas de trabalhos, enfim, essas coisas de vida de universitário que você já deve estar ciente. Mas agora que finalmente "acabou" (ao menos até fevereiro ou março), tenho aquela sensação de vazio. O fato é: tenho tido muito tempo livre, mesmo quando eu achava estar muito ocupada.
Estar "ocupada o tempo todo" evita que a gente pense demais na vida e se faça aqueles questionamentos filosóficos sobre a nossa existência e isso é muito bom.O ruim é quando as pessoas não sabem conciliar as ocupações com todo o resto: família, namoro, amigos, vida social. Afinal, tem gente que está sempre muito cansado para tudo. E esse "cansar de estar cansado" me irrita profundamente. Entretanto, isso é assunto para outro post, não este.
Você, que provavelmente está extremamente ocupado todos os dias, deve estar pensando: “Meu Deus, como eu precisava disso.” E, pela primeira vez, começo a entender o que meus pais queriam dizer com “tudo em excesso faz mal”. Faz mesmo. Ter tempo demais para respirar, faz com que a gente não respire. Ou acabe utilizando o tempo (que você vai perceber o quanto é precioso ao longo da sua vida) com coisas sem sentido. Sendo um pouco mais dramática, vou até dizer que as coisas que a gente gosta ficam com menos valor, acabam não tendo o mesmo gosto. É meu caro, a vida é dura.
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