sábado, 20 de novembro de 2010

Passada a fase "caótica"...


COPA DO MUNDO EM 2014

Daqui a quatro anos o Brasil será sede da Copa do Mundo e logo uma dúvida bastante pertinente e polêmica paira no ar:  Será isso vantajoso para a população? 
Muitos são contra, outros são a favor. Sobretudo, ninguém discorda da importância deste evento como competição esportiva. 
Em relação as vantagens podemos citar as mais significativas relacionadas às melhorias urbanas: melhoria no sistema de transporte público, nos aeroportos, nas estradas, nas linhas de metrô e a geração de empregos nos setores de turismo e hoteleira (pela constante movimentação de turistas no país, o que consequentemente também movimenta a economia). Além disso, a Copa possibilita que a cultura do país sede seja mais divulgada ao redor do mundo.
Sobre o ponto de vista das desvantagens, muito se é falado sobre a falta de preparação do país para o recebimento de um evento nessa dimensão: infraestrutura precária, violência latente, a política pouco transparente, a perda dos prazos inicialmente previstos pela Fifa e de um possível "esquecimento pós-copa".
Enfim, ao menos que ocorra algo extremamente grave, o Brasil sediará sim a próxima Copa do Mundo, mesmo que nós sejamos contra. Portanto,  o importante neste momento é torcer para que o país saiba direcionar a verba empregada de maneira correta, para que no fim haja um retorno de benefícios para a população. 

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Se ao menos uma única coisa ocorresse diferente

Corra Lola, corra!

Um filme. Três versões de um mesmo acontecimento. Finais diferentes. Cada elemento tem uma função estrutural fundamental e o protagonista é o tempo. A influência do acaso. 
Alguma semelhança com a vida? Não, não é mera coincidência.

"Uma pequena mudança ou alteração no início de um evento qualquer pode trazer consequências  absolutamente desconhecidas no futuro." 

Teoria do caos. Efeito borboleta. Efeito dominó. 

"O simples bater de asas de uma borboleta pode causar um tufão do outro lado do mundo."

Você já deve ter ouvido isto em algum lugar, certamente. Desde que comecei a ler sobre essa teoria, certas coisas não saem mais da minha cabeça. Coisa de gente louca, não acha?
Pequenos fatos aparentemente insignificantes podem fazer toda a diferença: atrasar 5 minutos, perder um ônibus, fazer ou não uma ligação, amarrar os cadarços que desamarraram ou voltar para buscar a carteira que você esqueceu em cima da cama. 
E, as nossas decisões podem influenciar indiretamente, ou não, o mundo que nos cerca: mudar destinos, causar fracassos ou sucessos, tudo de acordo com uma mudança na atitude. Sim, nós temos esses poder. 

Todavia, diferentemente dos filmes, jamais saberíamos o desfecho da nossa história caso optássemos por outro caminho. E o acaso muitas vezes encarrega-se de mudar o rumo das coisas.  Deve ser por isso que eu sempre espero o pior das coisas e das pessoas,  tipo "o que vier depois é lucro". Pensamento um pouco auto-destrutivo e/ou pessimista,  talvez. Costumo dizer que o meu "eu" pessimista se aflora quando escrevo. Não sei porquê. Daí tudo que começo a escrever tende a encaminhar para assuntos de cunho negativista. São os meus "momentos Machadianos". Enfim, vou ali mudar meu destino. Beijo, me liga.