Estava arrumando e eliminando alguns papéis e, como de costume, encontrei diversas anotações. Muitas eu nem sei de onde nem quando surgiram. De livros que li, provavelmente. Eu tenho essa mania de copiar ou parafrasear as passagens que eu julgo serem interessantes.
Ao se aproximar o SWU - evento de música em ITU - que prega a bandeira da "sustentabilidade" (Ah, eu vou!), comecei a refletir sobre certos aspectos. Este não é o primeiro evento (e não será o último) a misturar música e consciência ambiental.
Penso se esses eventos realmente influenciam as pessoas ou se o "ecologicamente correto" é apenas mais uma ferramenta de marketing, já que está moda. Se eles realmente ajudam a conscientizar os indivíduos. Afinal, as pessoas estão lá por outro motivo, certo? Curtir os shows, se distrair e se divertir, ou seja, pelo entretenimento. Logo, o sustentável não fica em segundo plano, não é tratado apenas como mais um detalhe?
Um adolescente disse a seguinte frase em um fórum que participo em uma rede social: "Eu acho que a nossa consciência sustentável só vai até onde esbarra no nosso conforto cotidiano". Não sejamos hipócritas, ele tem razão.
Voltando às minhas anotações aleatórias, aparentemente sem nexo por estarem fora do contexto, resolvi criar um post com todas essas frases soltas e adaptar a um "contexto".
Já dizia um antigo professor que se o homem vivesse no fundo do mar, provavelmente a última coisa que ele descobriria seria a água.
Talvez não devêssemos falar da realidade, e sim de realidades. O mundo se apresenta com uma nova face cada vez que mudamos a nossa perspectiva sobre ele. Conforme a nossa intenção ele se revela de um jeito.
O homem não é um ser passivo, que apenas grava aquilo que se apresenta aos seus sentidos. Pelo contrário, o homem é construtor do mundo, o edificador da realidade. Mas o homem percebe-se como estando submetido à realidade.
Ao se aproximar o SWU - evento de música em ITU - que prega a bandeira da "sustentabilidade" (Ah, eu vou!), comecei a refletir sobre certos aspectos. Este não é o primeiro evento (e não será o último) a misturar música e consciência ambiental.
Penso se esses eventos realmente influenciam as pessoas ou se o "ecologicamente correto" é apenas mais uma ferramenta de marketing, já que está moda. Se eles realmente ajudam a conscientizar os indivíduos. Afinal, as pessoas estão lá por outro motivo, certo? Curtir os shows, se distrair e se divertir, ou seja, pelo entretenimento. Logo, o sustentável não fica em segundo plano, não é tratado apenas como mais um detalhe?
Um adolescente disse a seguinte frase em um fórum que participo em uma rede social: "Eu acho que a nossa consciência sustentável só vai até onde esbarra no nosso conforto cotidiano". Não sejamos hipócritas, ele tem razão.
Voltando às minhas anotações aleatórias, aparentemente sem nexo por estarem fora do contexto, resolvi criar um post com todas essas frases soltas e adaptar a um "contexto".
Já dizia um antigo professor que se o homem vivesse no fundo do mar, provavelmente a última coisa que ele descobriria seria a água.
Talvez não devêssemos falar da realidade, e sim de realidades. O mundo se apresenta com uma nova face cada vez que mudamos a nossa perspectiva sobre ele. Conforme a nossa intenção ele se revela de um jeito.
O homem não é um ser passivo, que apenas grava aquilo que se apresenta aos seus sentidos. Pelo contrário, o homem é construtor do mundo, o edificador da realidade. Mas o homem percebe-se como estando submetido à realidade.
Adorei seu post, Lê!
ResponderExcluirConcordo com vc na questão da sustentabilidade estar na moda e assim se tornar puro marketing, mas precisamos acreditar...porque alguém precisa acreditar para levantar a bandeira pelo mundo...quem sabe de tanto sacudir essa bandeira, um dia, os homens não se dão conta de que dinheiro não se come!